Prof. Ming-Kai Chin palestra no CELAFISCS nesta terça

0 comentários

O Prof Ming-Kai Chin, importante pesquisador de Hong-Kong, Presidente do Forum Internacional de Educacao Física que será realizado em abril nos Estados Unidos, estará nesta próxima terça-feira, 9 de fevereiro, visitando o CELAFISCS quando apresentará palestra sobre suas experiências na área, por volta das 17 horas.

Estamos convidando a todos os membros da Família CELAFISCS para poderem assistir a essa incrível experiência. Alguns dados biográficos seguem abaixo

Até lá,
Victor Matsudo

Biography
Dr. Ming-kai Chin received his Ph.D. in exercise physiology from the University of Wisconsin-Madison, USA in 1985 and was the Head, Sports Science at the Hong Kong Sports Institute from 1987 - 1995. He was also the former Head ( 1998 - 2000 ) at the Department of Physical Education and Sports Science, Hong Kong Institute of Education from 1995 -2005 and is a Professor, School of Health, Physical Education and Leisure Services (HPELS), University of Northern Iowa, USA. His research interests lie in the fields of human performance, physical activity, health and fitness, IT and Problem-based Learning in teaching and learning. An editor of 6 books and author of over 120 publications in scientific and sports journals in English and Chinese, Dr. Chin has given over 90 keynote and invited presentations, and over 70 paper presentations in North America, Europe and Asia Pacific Region. He was the recipient of the first Wild and White Visiting Scholar Award ( 2002 - 2003 ) at the University of Northern Iowa; Fellow of AIESEP and Research Consortium of AAHPERD and is one of the four Founding Members; Past President (2005-2008), Secretary General of Asian Council of Exercise and Sports Science (ACESS); Editor-in-Chief of Asian Journal of Exercise and Sports Science (AJESS) and the former Course Director of Sports Science, Hong Kong Olympic Academy, Sports Federation & Olympic Committee of Hong Kong-China.

CELAFISCS NEWS - Referência Ambientais para Atividade Física e incidência de Diabetes Tipo 2

0 comentários


Reconhecidamente ambientes saudáveis levam a população ao redor desta área a terem hábitos saudáveis. Estudos científicos têm mostrado esta relação com a prática de atividade física, por exemplo. Não obstante, indivíduos que apresentam estilo de vida ativo tem menor chance de morte prematura por todas as causas quando comparados com indivíduos sedentários. Além disso, pessoas engajadas em práticas de atividade física podem retardar em até 14 anos o surgimento do Diabetes Tipo 2.

Poucos estudos longitudinais tem focado a relação de um ambiente favorável à prática de atividade física e alimentação saudável com a incidência do Diabetes Tipo 2. Na tentativa de preencher esta lacuna, pesquisadores do Estudo Multi-étnico de Aterosclerose conduziram um estudo para observar esta relação. A hipótese levantada foi que a presença de um ambiente favorável para atividade física e alimentação saudável apresentaria menor risco de diabetes tipo 2.

Para esta pesquisa foi investigado 2.285 participantes com idade entre 45 a 84 anos, que foram acompanhados por 4.8 anos. Durante este período 233 novos casos de Diabetes surgiram que foi definida como glicemia de jejum maior que 126 mg/dL e tomando algum medicamento hipoglicêmico.

Com relação às características do ambiente para a prática da atividade física foi perguntado se na vizinhança os moradores tinham local para prática de esportes, clubes, se era agradável caminhar pelo bairro, se vê pessoas caminhando, jogando, pedalando e outras atividades pelo bairro. Para a relação do ambiente com alimentação saudável foi investigado se na vizinhança existe fácil acesso às frutas e verduras, produtos com baixo teor de gordura e quanto à qualidade destes alimentos.

O desfecho da pesquisa foi ao encontro da hipótese formulada, isto é, em ambientes com melhores recursos para prática de atividade física e boa alimentação a incidência de Diabetes Tipo 2 foi 38% menor que em vizinhança sem estas características. Para os mais atentos aos resultados estatísticos, o hazard ratio correspondeu a 0,62 (IC 0.43-0.88). Esses valores foram ajustados pela idade, sexo, histórico familiar de diabetes, raça, etnia, renda, nível educacional, álcool e tabagismo. Os valores continuaram significativos quando foram adicionados outros fatores que poderiam interferir nos resultados como: fatores da dieta, nível de atividade física e IMC.

Portanto, buscar e deixar um ambiente saudável não vale apenas para combatermos o aquecimento global serve também, para reduzirmos a incidência desta doença que a cada dia vem ganhando espaço no ranking das campeãs, infelizmente.

__________________________________________________________________


Fonte de pesquisa: Amy H. Auchincloss, Ana V. Diez Roux, Mahasin S. Mujahad, Mingwu Shen, Alain G. Bertoni e Mercedes R. Carnethon. Neighborhood Resources for Physical Activity and Healthy Foods and Incidence of Type 2 Diabetes Mellitus. Archives internal Medicine. 2009; 169(18):1698-1704.


Para receber o CELAFISCS NEWS por e-mail, cadastre-se em nosso site. Clique Aqui!



Lésbicas têm mais chances de ficarem obesas, diz estudo

0 comentários

Washington, 30 abr (EFE).- As lésbicas apresentam mais que o dobro de chances de sofrerem problemas de sobrepeso e obesidade que as heterossexuais, segundo estudo da Universidade de Boston publicado na revista "American Journal of Public Health".

Além disso, a pesquisa aponta que, como conseqüência deste fato, as lésbicas têm um risco mais elevado de serem vítimas de diabetes, doenças cardiovasculares e outros transtornos que podem ser mortais.

No relatório, membros da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de Boston apontaram que as lésbicas eram 2,69 vezes mais propensas ao sobrepeso e que apresentavam 2,47 vezes mais chances de obesidade.

"Nossas descobertas apontam que a identidade sexual das lésbicas está ligada a uma maior prevalência de sobrepeso e obesidade", disse o estudo.

Os pesquisadores, que revisaram estudos anteriores sobre o assunto, disseram que normalmente se apontava como causa desta relação o fato de "as lésbicas terem uma melhor imagem de seus corpos que as mulheres heterossexuais".

O estudo revelou igualmente que não existiam evidências que apoiassem a idéia, comumente divulgada, de que as lésbicas são normalmente mais musculosas que as heterossexuais.

Esta idéia defende que o excesso de peso das mulheres homossexuais se deve a um maior índice de massa corporal, e não a um excesso de gordura.

No entanto, os investigadores disseram que uma alta quantidade de massa muscular "não costuma ser classificada como obesidade".

"Temos confiança suficiente para afirmar que estas diferenças (entre mulheres homossexuais e heterossexuais) são o resultado de um aumento de adiposidade", aponta o estudo.

Fonte: Uol Últimas Noícias

Casamento faz bem à saúde mental, confirma um novo estudo

0 comentários

De acordo com uma pesquisa feita na Nova Zelândia, dizer aquela palavrinha mágica no altar faz bem para a saúde. Os cientistas avaliaram 34 mil pessoas de 15 países diferentes e observaram que o casamento diminui as chances de se desenvolver doenças mentais, como depressão e ansiedade.

O mesmo estudo averiguou também que o oposto dessa lógica é verdadeiro, ou seja, os viúvos e divorciados estão mais sujeitos a distúrbios. No caso das mulheres, de acordo com a pesquisa, elas ficam mais vulneráveis aos vícios, como alcoolismo e dependência de medicamentos, enquanto os homens ficam mais suscetíveis a depressão.

Já uma outra pesquisa recente, publicada no "Journal of Health and Social Behavior", foi um pouco além e apontou que um casamento tardio ou um segundo casamento após o divórcio ou a viuvez pode amenizar os efeitos traumáticos da separação ou da morte de quem se ama. "Imagine que a saúde é dinheiro guardado no banco", disse Linda Waite, professora de sociologia e diretora do Centro de Envelhecimento na Universidade de Chicago e co-autora do estudo. “E o bom casamento é como depósitos repetidos e regulares em sua conta de poupança de saúde para a idade adulta e a velhice”, concluiu.

Fonte: Marie Claire / O Galileo

Quer viver uma vida longa? Corra!

0 comentários

Pessoas que querem viver uma vida longa e saudável devem começar a correr.


Um estudo recente mostra que pessoas de meia idade que são membros de clubes de corredores tinham a metade da chance de morrer em um período de 20 anos do que as pessoas que não corriam.


Correr não reduziu apenas o risco de doença cardíaca, mas de câncer e doenças neurológicas como Alzheimer, descobriram pesquisadores da Universidade de Stanford, nos EUA.
“Em 19 anos 15% dos corredores tinham morrido em comparação aos 34% controles [que não corriam]”, a Dra. Eliza Chakravarty escreveram na revista científica Archives of Internal Medicine.


Qualquer tipo de exercício vigoroso possivelmente fará o mesmo, segundo James Fries, que trabalhou no estudo. Tanto o bom senso quanto outros estudos mostram que não há nada mágico na corrida em si. É a atividade física rigorosa que importa, afirmou.


A equipe pesquisou 284 membros de um clube de corredores por todos os EUA e 156 outras pessoas saudáveis similares como grupo de controle. Todos eram funcionários da universidade e tinham condições econômicas e sociais similares. Todos tinham 50 anos de idade ou mais.


Desde 1984 cada voluntário preenchia freqüentemente uma pesquisa sobre freqüência de exercícios, peso e deficiência para realizar oito atividades cotidianas comuns.
A maioria dos voluntários faziam algum exercício, mas os corredores o faziam cerca de 200 minutos por semana, comparado aos 20 minutos dos que não corriam.


Os corredores tendiam a ser mais magros e a fumar menos em comparação ao grupo de controle. Eles também se exercitaram mais durante todo o período do estudo em geral.
Os membros dos grupos de corredores mostraram significativamente menores índices de deficiências no decorrer do tempo.


O estudo também conseguiu descobrir se os exercícios beneficiariam na idade avançada e se as pessoas que parassem de exercitar-se começariam a pagar o preço enquanto envelheciam.
A maioria dos corredores parou com o exercício ao alcançar os 70 anos. Mas foi difícil encontrar pessoas que pararam totalmente com o exercício. Quase todos faziam algo, continuando seus exercícios vigorosos.


As pessoas que começam a se exercitar quando já estão mais velhos também ficam mais saudáveis, segundo James.
O estudo também descobriu que ninguém pode usar o risco de ferimentos como desculpa para não correr: os corredores tinham menos ferimentos de todos os tipos, incluindo nos joelhos.

A Família Celafiscs deseja a todos um FELIZ NATAL

0 comentários








Oxigene o cérebro

0 comentários

O caminho mais rápido e seguro para uma maturidade feliz
Por Maria Fernanda Schardong

Vale tudo. Uma aula de dança de salão para aprender aqueles passos tão charmosos, um alongamento no parque para desenferrujar, aulas de natação para manter as articulações em boa forma. Manter-se ativo é um dos grandes segredos para quem deseja envelhecer bem e de forma saudável. Além de manter o corpo em forma, atividades físicas proporcionam uma vida social agradável e mantém o cérebro jovem. A boa notícia é que não existe contraindicação nem idade mínima para começar. Mesmo para quem nunca levantou um peso ou andou cinco quarteirões.

Seja para um adolescente ou para um idoso, o conselho é o mesmo: pratique atividades físicas. Segundo o educador físico do Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (CELAFISCS), Timóteo Araújo, na terceira idade, em especial, o que era bom fica ainda melhor. “Os exercícios para essa faixa etária, principalmente, retardam os efeitos do envelhecimento. As atividades que mexem com o corpo diminuem o risco de diabetes e pressão arterial e retardam a diminuição de massa óssea, muito comum na terceira idade.

Já que praticar atividade física é tão importante, reservar um tempo generoso na agenda para essas atividades é imprescindível. Durante cinco dias da semana, a palavra de ordem é exercitar. “Reserve 30 minutos diários para caminhar, correr, pedalar ou dançar no decorrer da semana. Tire três dias para fortalecer os músculos, por aproximadamente 20 minutos. Mais dois dias para treinar o equilíbrio, ficar em pé por um tempo, sem se movimentar, já vale. Por último, alongue-se em dois dias da semana, durante dez minutos”, aconselha Timóteo.

Através dos exercícios, surgem também as amizades. Além de mexer com o corpo, as atividades propiciam uma interação social importante para o envelhecimento saudável. “Com a chegada da aposentadoria, por exemplo, muitos idosos são excluídos de suas tarefas diárias e acabam tendo um sentimento de inutilidade aflorado. Por isso, participar de um grupo de corrida, fazer parte do time de futebol do clube, tudo isso reintegra o indivíduo à sociedade”, explica o educador físico.

Já que o corpo não pode parar, a mente deve seguir o mesmo caminho. Um dos benefícios do exercício é a boa manutenção da memória. “Para o idoso que pratica qualquer atividade, o ganho é muito importante. A circulação sanguínea gera uma maior oxigenação do cérebro e irriga todo o sistema nervoso. Áreas que estão paradas, sem trabalhar, voltam a produzir e mantém o bom funcionamento do cérebro, além de aumentar o tempo de reação do indivíduo”, finaliza o especialista.

Para entrar em contato com o educador físico, Timóteo Araújo, escreva para: timoteo@seniorfit.com.br