ELEITO O TEMA DO DIA MUNDIAL DA ATIVIDADE FÍSICA 2011 !

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ELEITO O TEMA DO DIA MUNDIAL DA ATIVIDADE FÍSICA 2011 !

A reunião anual do Agita Mundo Network, realizada em São Paulo de 7 a 8 de outubro, durante o XXXII Simpósio Internacional de Ciências do Esporte, organizado pelo Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul, acabou decidindo o tema para a celebração do Dia Mundial da Atividade Física 2011.

Partindo de 23 sugestões oficiais, a assembléia elegeu: “Juntos para uma Vida Ativa e Feliz”. Assim, todas as ações a culminarem em 6 de Abril próximo, deverão centrar seu foco nesse tema que privilegia a qualidade de vida (felicidade) nas propostas de maior atividade física.

TEMA LIVRE - ESTADO COGNITIVO E CAPACIDADE FUNCIONAL DE MULHERES ACIMA DE 50 ANOS FISICAMENTE ATIVAS

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ESTADO COGNITIVO E CAPACIDADE FUNCIONAL DE MULHERES ACIMA DE 50 ANOS FISICAMENTE ATIVAS

Rafael Benito Mancini, Rosangela Villa Marin, Sandra Matsudo. Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Su Projeto Longitudinal de Envelhecimento e Aptidão Física de São Caetano do Sul.
E-mail: mancini.rafael@gmail.com; celafiscs@celafiscs.org.br

Introdução: durante o processo de envelhecimento ocorrem alterações no estado cognitivo que podem estar associados a força muscular e a capacidade funcional.

Objetivo: relacionar o estado cognitivo com medidas antropométricas, capacidade funcional e a força muscular de mulheres acima de 50 anos de idade fisicamente ativas

Métodos: foram avaliadas 155 mulheres com idade entre 50 e 88 anos (68,44 +7,63 anos) participantes de aulas de ginástica aeróbica 2 vezes na semana pertencentes ao Projeto Longitudinal de Envelhecimento e Aptidão Física de São Caetano do Sul desenvolvido pelo CELAFISCS desde 1997.

O estado cognitivo foi mensurado pelo mini-exame de estado mental - MEEM (Folstein e col.,1975), as variáveis antropométricas analisadas foram a massa corporal total, a estatura, o ìndice de massa corporal (IMC), a adiposidade através da média de três dobras cutâneas (triceps, subescapular e suprailíaca), a circunferência da cintura e a relação cintura-quadril, a força muscular foi avaliada pelo teste de preensão manual e impulsão vertical.

A capacidade funcional foi avaliada pelos testes de equilibrio estático, velocidade de levantar da cadeira, velocidade de andar, velocidade máxima de andar e a agilidade propostos por Matsudo S (2004). A análise estatística utilizada para o teste de normalidade foi o teste de Kolmogorov Smirnov, e para relacionar o estado cognitivo com as variáveis antropométricas, força muscular e capacidade funcional foi usada a correlação linear de Spearman.

O nível de significância adotado foi de p<0,05.
Resultados: os valores da correlação (r) estão descritos na tabela:

Foram encontradas associações fracas e significantes do estado cognitivo com a idade, equilíbrio estático e velocidade de andar. Nas variáveis de estatura e impulsão vertical foram encontradas associações consideradas baixas.


Conclusão: o estado cognitivo tem associação com a capacidade funcional em mulheres fisicamente ativas.


Contato: mancini.rafael@gmail.com


Mulheres mais ativas consomem menos remédios do que sedentárias

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Mulheres mais ativas consomem menos remédios do que sedentárias


“Atividade física seria qualquer movimento que o indivíduo faça que leve ao aumento do gasto energético, como uma caminhada, ir ao supermercado ou mesmo atividades domésticas”, diz pesquisador da Unifesp.

A conversa no salão de beleza vira, mexe, estica, mas acaba sempre passando pela comida. As receitas depois são testadas, ao lado do salão, na cozinha da casa das irmãs Claudete e Aparecida. Hoje, tem pão italiano com patê de queijo gorgonzola, feito com creme de leite e manteiga. É apenas uma degustação, mas, a cada fatia, acrescentamos mais 54 calorias para o nosso corpinho.

Claudete, Aparecida e a amiga Lola vão dar a habitual caminhada na praça e, sem sentir, estão queimando calorias. Em um ritmo quase de passeio, estão gastando cerca de 5 calorias por minuto. Ou seja, vão precisar andar pelo menos meia hora para dar conta daquelas fatias de pão com patê de gorgonzola. Apesar de tudo, elas sabem que a saúde e o exercício físico caminham juntos e já enfrentaram resultados difíceis nos exames médicos.
“Estava muito ruim. A parte de triglicerídeos estava alta, colesterol alto, glicemia alta. Tudo baixou, por causa dos exercícios, de fazer ginástica. Eu caminho todos os dias”, revela a dona de casa Lola Belmonte.

Lola e suas companheiras de ginástica se esforçam, se alongam, esticam seus gestos, duas vezes por semana. A primeira da classe não é só a que melhor executa os exercícios, mas a que consegue reduzir os remédios e os números do colesterol, da glicemia e da pressão alta.
“A minha pressão era 17 por 12. Agora, está controlada em 12 por 8. Eu tomo remédio, mas tomava mais e diminuiu. Antes, eu fazia controle de três em três meses. Agora, já passei para seis meses”, conta a manicure Aparecida Paes.

O professor de educação física e o pesquisador Leonardo Silva, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), estudou 271 mulheres do grupo de ginástica da Lola e concluiu: as mulheres mais ativas consomem menos medicamentos que as sedentárias. Para as doenças como hipertensão e diabetes, a redução é de 34%. “Eu tenho artrose. Se eu não fizer a ginástica constantemente como nós fazemos, eu começo a sentir dores. Então movimentando, ajuda bastante”, diz a dona de casa Corina Barton Pereira.

A dona de casa Walmira Teixeira Rodrigues conta como faz na hora de atravessar a rua, quando está correndo: “você está fazendo caminhada, e vem o carro. Você não pode parar, para não perder o pique”.

Não perder o pique significa fazer pelo menos 150 minutos de atividade física por semana. “Cumprir atividade física, traduzindo, seria qualquer movimento que o indivíduo faça que leve ele ao aumento do gasto energético como, por exemplo, a simples caminhada, o fato de ir ao supermercado, ao açougue, à farmácia ou mesmo atividades domésticas dentro do lar”, diz o pesquisador Leonardo Silva, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

O especialista explica que as atividades domésticas para terem valor de exercício físico precisam durar pelo menos 10 minutos contínuos. “Se ela começa a lavar uma louça e, com sete minutos, ela para, nós não temos evidência suficiente que esse bloquinho de sete minutos pode ter um impacto significativo. Mas, se ele é no mínimo de 10 minutos, isso já se tem evidência que funciona”, aponta.

Fonte: Globo Reporter
Link para Notícia: Clique aqui

Caso o link não funcio copie e cole o endreço abaixo.
http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2010/10/mulheres-mais-ativas-consomem-menos-remedios-do-que-sedentarias.html

Atividade Física em Pacientes Portadores do Vírus HIV+.

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Atividade Física em Pacientes Portadores do Vírus HIV+.
CELAFISCS – Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul

Muitas pessoas ainda ficam com muitas dúvidas em relação à segurança da prática de atividade física e seus possíveis efeitos nas pessoas portadoras do vírus HIV+. A partir deste instante, iniciaremos uma atualização sobre os benefícios e da atividade física e para esses pacientes. Além disso, informaremos sobre as precauções que devem ser observadas para não prejudicar a saúde do paciente.

Primeiramente iremos focar na segurança da atividade física. Será que a saúde desses pacientes pode ser prejudicada ao praticar atividades físicas?

Pois bem, várias pesquisas têm sido publicadas para responder essas e outras inquietações. Elas abordam a relação entre o sistema imunológico, massa muscular, carga viral, efeitos psicológicos, consumo de oxigênio, lipodistrofia, interação entre HAART e o risco cardiovascular.

De modo geral, não há evidências de efeitos negativos no sistema imune de pacientes com HIV+ / AIDS com a prática regular de atividade física moderada. Portanto, é uma prática segura.

EVITAR
- Atividades Físicas Intensas. São aquelas em que a pessoa apresenta sudorese muito alta, coração bate muito rápido e a respiração fica ofegante.
- Atividade Física de Longa Duração. São aquelas com duração superior a 90 minutos.

Obs.: nessas duas situações pode ocorrer imunossupressão e prejudicar a saúde dos pacientes e facilitar a instalação de infecções.

Músculo com memória? Isto é possível?

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Celafiscs – Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul

Qual não foi a pessoa que parou de treinar por alguma causa e logo que retornou à rotina dos treinos recuperou rapidamente a forma perdida. Muitas vezes ouvi profissionais da área das ciências do esporte afirmar que um indivíduo quando para de treinar, mas retorna aos treinos recuperam mais rápido a sua condição física. De fato, isto acontece mesmo. Entretanto, este fenômeno era atribuído aos ajustes neurais e não aos mecanismos do músculo esquelético. Pois bem, esta facilidade de retornar mais rápido às condições anteriores leva o nome de “memória muscular”. Por exemplo, um estudo revelou que mulheres que treinaram durante 20 semanas para aumentar a força e foram submetidas a um período de destreino de 20-30 semanas foram capazes de recuperar a força em apenas 6 semanas de retreino.

Recentemente, um grupo de pesquisadores da Universidade de Oslo, na Noruega, investigou este fenômeno, mas do ponto de vista muscular. A idéia que temos é que a quantidade de mionúcleos é aumentada à medida que uma fibra hipertrofia. Esta é uma das justificativas de domínio mionuclear. Contudo, se esta mesma fibra atrofiar a quantidade de mionúcleos também reduz. Partindo, é claro, da mesma idéia anterior.
Para testar os efeitos da hipertrofia e da atrofia sobre os mionúcleos Bruusgaard JC et al submeteram ratos wistar machos a um treinamento de sobrecarga por um período de 21 dias. Ao final deste período a área de secção transversa aumentou em 35%, enquanto o número de mionúcleos 54%. Nesta fase da pesquisa os autores concluíram que os mionúcleos precedem o processo de hipertrofia, já que o aumento dos mionúcleos aconteceu antes do aumento da área de secção transversa.

Em paralelo, a pesquisa observou o efeito da desnervação em outros ratos, simulando o desuso do músculo. Primeiramente os ratos foram submetidos a 14 dias de treino, no qual a área de secção transversa aumentou em 35% e os mionúcleos em 37%. Com mais 14 dias submetidos à desnervação a área de secção transversa reduziu em 40% do máximo atingido anteriormente. Entretanto, o número de mionucleos não foi afetado de forma significante neste período.

O fenômeno da memória muscular parece estar ligado também às alterações intrínsecas decorrentes no tecido muscular e não simplesmente por ajustes neurais. Contudo, outras pesquisas são necessárias para esclarecer melhor estas possibilidades.
Com todas as questões abordadas este artigo além de identificar um mecanismo periférico responsável pela memória muscular, no mínimo, põe em check o fenômeno do domínio mionuclear.

Aguardemos as pesquisas avançarem para entendermos melhor este fenômeno.

Referência
Bruusgaard JC; Johansen IB; Egner IM; Rana ZA; Gundersen K. Myonuclei acquired by overload exercise precede hypertrophy and are not lost on detraining. PNAS.2010

Mais exercício e menos remédio

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Mais exercício e menos remédio
19/7/2010

Por Fabio Reynol

Agência FAPESP – Um estudo verificou que mulheres acima de 60 anos que praticam 150 minutos por semana de atividades físicas moderadas, como caminhadas, consomem menos remédios em comparação às que não têm o mesmo hábito.

A conclusão é de Leonardo José da Silva, no trabalho de mestrado “Relação entre nível de atividade física, aptidão física e capacidade funcional em idosos usuários do programa de saúde da família”, realizado na Universidade Federal de São Paulo com Bolsa da FAPESP.

Silva acompanhou 271 mulheres com idade acima de 60 anos que participaram do Programa de Saúde da Família, organizado pela Prefeitura Municipal de São Caetano do Sul, na Grande São Paulo.

As participantes que cumpriram um programa de exercícios variados de no mínimo 150 minutos semanais apresentaram consumo de medicamentos 34% menor em comparação às mais sedentárias.

“Esse tempo mínimo de exercícios de 2,5 horas semanais é preconizado pela American Heart Association e pelo American College of Sports Medicine”, disse Silva à Agência FAPESP. Com menos de 10 minutos semanais de atividade física o indivíduo é considerado sedentário e entre 10 minutos e 150 minutos de exercícios por semana ele é categorizado como insuficientemente ativo.

Os resultados do estudo de Silva foram apresentados em maio no 3th International Congress Physical Activity and Public Health realizado em Toronto, no Canadá.

Silva contou com uma parceria entre a Unifesp e o Centro de Estudos de Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (Celafiscs). Guiomar Silva Lopes, professora do Departamento de Medicina Preventiva da Unifesp e orientadora de Silva, considera o programa oferecido pela cidade paulista aos idosos uma valiosa fonte de pesquisa. “Trata-se de uma população pequena e estável, o que facilita o acompanhamento dos participantes durante prazos mais longos”, disse.

As atividades físicas disponibilizadas incluem caminhadas, exercícios de aprimoramento de força muscular, equilíbrio, flexibilidade e capacidade aeróbica. Há também visitas domiciliares feitas por agentes de saúde, nas quais os idosos são incentivados a praticar atividades físicas frequentes, como ir ao mercado ou fazer um passeio a pé.

O consumo de remédios das participantes da pesquisa foi avaliado por meio do cadastro da Secretaria Municipal da Saúde de São Caetano do Sul. Na base de dados estão registradas informações relevantes sobre todos os participantes do Programa de Saúde da Família, incluindo os medicamentos consumidos regularmente.

Economia de medicamentos

Segundo Guiomar, os resultados do estudo poderão subsidiar políticas públicas que incentivem a atividade física visando à prevenção e controle das doenças crônicas associadas ao envelhecimento, reduzindo despesas com medicações e internações.

“Podemos perceber a importância desse estudo ao constatar que o idoso consome, no mínimo, cinco medicamentos associados a doenças ligadas ao envelhecimento”, disse a orientadora.

A relação causa e efeito entre atividade física e consumo de medicamentos ainda está sendo estudada. A redução dos níveis de pressão arterial proporcionada pela atividade física é uma das hipóteses levantadas pelo estudo de Silva, uma vez que a doença é uma das mais comuns entre a população idosa, estando presente em mais da metade das pessoas acima de 60 anos.

O diabetes, com prevalência de 25% entre idosos, é outra enfermidade afetada pelo nível de atividade física. “Há estudos indicando que exercícios respiratórios aumentam a sensibilidade do organismo à insulina”, comentou a professora da Unifesp.

Esse efeito é importante para as pessoas em cujos organismos a insulina não atua de maneira eficiente. “A resistência à insulina tem alta prevalência na população idosa e se caracteriza pela menor resposta à insulina, com aumento discreto da glicemia e da insulinemia. Estes fatores juntos contribuem para a obesidade e o aumento do risco de doenças cardiovasculares”, disse.

As mulheres são as que mais se beneficiam da prática de atividades físicas, no caso levantado em São Caetano do Sul. Guiomar conta que a pesquisa se restringiu ao público feminino porque ele representa a grande maioria dos participantes do programa.

A professora ressalta que não são completamente conhecidas as razões que levam a menor participação masculina nessas atividades. “Sabemos que a mulher tem expectativa de vida um pouco maior do que a do homem, aumentando a frequência de mulheres viúvas e sozinhas, porém esse fato não explica a absoluta ausência masculina”, disse.

Segundo Silva, o estudo destaca o fortalecimento da medicina preventiva, área que se encontra em crescimento e tem laços com a educação física. “A prescrição de medicamentos ainda é preponderante na prática médica. Podemos diminuir esse consumo de remédios com métodos de prevenção baratos e simples como a atividade física”, sugeriu.

Fonte: Agência FAPESP - Acesse Aqui

Exercício físico na adolescência minimiza risco de problemas mentais na terceira idade

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Exercício físico na adolescência minimiza risco de problemas mentais na terceira idade

Os adolescentes fisicamente ativos apresentam riscos menores de sofrerem deteriorações mentais na terceira idade, sendo que este efeito do exercício físico é mais notável nas mulheres, revela um estudo publicado no Journal of the American Geriatrics Society.

Foram utilizados dados de 9344 mulheres com 65 anos ou mais, que foram questionadas sobre a regularidade da prática de exercício durante a sua adolescência, aos 30 e aos 50 anos. As suas funções cognitivas também foram avaliadas.
Segundo os resultados, aquelas que praticavam exercício com regularidade em qualquer idade, tiveram um risco menor de debilitações mentais, quando mais velhas. No entanto, os benefícios foram mais visíveis nas mulheres que eram ativas na adolescência.

Apenas 8,5 por cento das que eram ativas nessa época ficaram mentalmente debilitadas mais tarde, em comparação a 16,7 por cento daquelas que foram sedentárias na adolescência. Após ajustar as diferenças entre os grupos e fatores de risco como diabetes, os investigadores concluíram que a atividade física durante a adolescência estava associada a um risco 35 por cento menor de debilitação cognitiva mais tarde.
Artigo: Middleton L.E. et al, Physical Activity Over the Life Course and Its Association with Cognitive Performance and Impairment in Old Age. Journal of the American Geriatrics Society. 2010;58(7):1322-1326

www.celafiscs.org.br
www.agitasp.org.br
www.simposiocelafiscs.org.br
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Rodrigo Mateus Farias
Educador Físico
Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul - CELAFISCS

Visite meu Blog: www.fessorrodrigo.blogspot.com